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Revista Síndromes: Transtornos e desvios de conduta

Abordamos nesta edição de Síndromes a difícil questão dos transtornos de conduta na infância e na adolescência, através vários artigos de Rosangela Nieto de Albuquerque e de Gabriela Viegas Stump, entrevistada por Leandra Migotto Certeza.

Difícil porque esses transtornos podem se transformar eventualmente, na idade adulta, em transtornos de personalidade antissocial, como chamamos hoje as personalidades psicopatas entre as quais se recrutam a maioria dos serial killers e mass killers.

Esses transtornos resultam provavelmente da imbricação de distúrbios neuroquímicos, fatores genéticos e fatores sociais e familiares: os transtornos de condutas são favorecidos pelos abusos, agressões, separações e drogas. A criança abandonada e abusada tem mais risco de se tornar uma criança com transtorno de conduta, o que não significa, claramente, que todas as crianças que vivem nessas condições vão se transformar em psicopatas.

Mas, à diferença do autismo, por exemplo, no qual as famílias foram injustamente acusadas de ser responsáveis da síndrome, o papel da família ou do ambiente social é fundamental na gênese ou na agravação dos transtornos de conduta. E, ao contrário do autismo, onde as famílias querem participar do tratamento, no caso dos distúrbios de conduta, é geralmente impossível esperar uma ajuda dos país e dos familiares.

Nas páginas que seguem, os autores de Síndromes analisam as possibilidades de terapias que existem, em casa, na escola ou nas instituições, para detectar e, às vezes, amenizar esses transtornos e os sofrimentos que eles podem desenvolver nas famílias e nos próprios pacientes.

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